Anpuh-Rio em foco

ANPUH-Rio em foco é um periódico publicado todas as últimas terças-feiras de cada mês que tem como objetivo divulgar pequenos e preciosos textos produzidos pelos historiadores e outros cientistas sociais sobre temas candentes da atualidade. O fio condutor da proposta é o de permitir que nossos associados e leitores tenham acesso a uma reflexão erudita sobre uma questão emblemática do país, quase sempre enfocada por análises apressadas e carentes de embasamento.

Aproveitem a leitura, o conhecimento é livre e deve ser compartilhado por todos. Não precisam concordar com os conteúdos, porém não esqueça: é sempre bom saber mais... Boa Leitura! Márcia Motta & Ricardo de Castro (presidentes da ANPUH-RIO).

SOBERANIA: como eu aprendi

Por Francisco Carlos Teixeira da Silva*
 
O conceito de soberania entra de forma definitiva na história com os estudos de Jean Bodin (1530-1596) e a emergência das monarquias absolutas modernas, muitas delas já com contornos de um Estado Nacional, à época do Renascimento.   

Ocupação

Por Márcia Motta*
 
Uma das palavras mais usadas na mídia e nos movimentos sociais no ano passado foi ocupação. Em nome dela, jovens de várias idades e etnias adentraram em prédios da Universidade e produziram uma série de ações com inúmeras finalidades: crítica ao plano nacional do ensino médio, apoio à ampliação dos sistemas de cotas, reprimendas mais diretas ao governo estadual e federal. 

Racismo

Por Álvaro Pereira do Nascimento*
 
Como explicar os raros médicos, atores, engenheiros, professores universitários e empresários negros no Brasil? Se os negros somam mais de 50% da população, por que ocupam basicamente os ofícios com remuneração mais baixa, aglomeram-se nos bairros mais pobres e têm seus jovens entre aqueles que mais morrem de forma violenta nas grandes cidades brasileiras? O que o racismo tem a ver com isso?

Exílio (1964-1979)

Por Denise Rollemberg*

A intolerância do regime instaurado pelo golpe civil-militar de 1964, promoveu o exílio de brasileiros nas décadas de 1960 e 1970, afastando e eliminando as diferentes gerações que lutavam por diversos projetos:  reformas de base,  revolução social, redemocratização. Embora distintos, a ditadura tratou a todos com intolerância, retratada pelo conhecido lema: Brasil, ame-o ou deixe-o.

Intolerância

Por Ronaldo Vainfas*

Pensar a intolerância, em perspectiva histórica, nos leva a um conceito muito usado nas Ciências Sociais, em especial pela Antropologia e pela História antropológica. Trata-se do conceito de alteridadeoperativo para estudar as relações com o Outroque pode ser um outro cultural, religioso, sexual, étnico, religioso ou qualquer outro grupo. Para utilizá-lo, porém, faz-se necessário definir os lugares sociais do ego e do alter, priorizando a relação, sem esposar as visões ou valeros dos pólos contrastados.

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