Destaque http://site.anpuh.org Wed, 26 Jul 2017 15:41:18 -0300 Joomla! - Open Source Content Management pt-br MANIFESTO ANPUH EM DEFESA DA PRESERVAÇÃO DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS E DE SEUS ARQUIVOS DE GUARDA E CONTRA PLS 146 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4237-manifesto-anpuh-em-defesa-da-preservacao-dos-documentos-originais-e-de-seus-arquivos-de-guarda-e-contra-pls-146 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4237-manifesto-anpuh-em-defesa-da-preservacao-dos-documentos-originais-e-de-seus-arquivos-de-guarda-e-contra-pls-146 A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) externa grande preocupação com as atuais diretrizes que regulam a gestão do patrimônio documental no país.

Neste momento, suscita enorme receio a tramitação do Projeto de Lei do Senado 146/2007.

A PLS 146/2007, que dispõe "sobre a digitalização de documentos em mídia ótica ou eletrônica [...]", prevê a eliminação de documentos escritos, com a justificativa de problemas e custos de armazenamento de papel, esquecendo-se que o desaparecimento desses documentos inviabiliza a garantia de autenticidade dos documentos públicos, impossibilitando a "futura verificação no caso de suspeita de fraudes" e onera os cofres públicos com a sabida necessidade de investimentos constantes na preservação dos documentos digitalizados, conforme asseguram os especialistas da área de Tecnologia da Informação. Cabe ressaltar, ainda que tal prática sugerida pelo referido projeto de lei não existe em outros países.

Além dessa questão, muito nos preocupa, a precária situação das instituições de guarda de documentação, tanto o Arquivo Nacional, quanto os arquivos estaduais e até mesmo o da Cúria do Rio de Janeiro que estão enfrentando problemas de ordem administrativa e de sustentação financeira, dificultando e prejudicando o funcionamento, havendo inclusive ameaças de fechamento, como no caso da última instituição mencionada .

A Diretoria da ANPUH espera contar com o apoio dos Associados nesta luta tão importante para todos os historiadores.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 19 Jul 2017 21:24:26 -0300
CARTA DE APOIO DA ANPHLAC À COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNILA http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4236-carta-de-apoio-da-anphlac-a-comunidade-academica-da-unila http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4236-carta-de-apoio-da-anphlac-a-comunidade-academica-da-unila A ANPUH-Brasil divulga e compartilha a Carta de Apoio à Comunidade Acadêmica da UNILA divulgada pela ANPHLAC . A Carta denuncia as ameaças que pairam sobre um projeto consolidado e de grande importância para o Brasil e para nossa integração com os países vizinhos do Mercosul. A interferência do poder estadual do Paraná, nesta e em outras Universidades do Estado é inadmissível e merece o repúdio dos integrantes das comunidades acadêmicas de todo o país.

Carta de apoio da ANPHLAC à comunidade acadêmica da UNILA

A Associação Nacional dos Pesquisadores e Professores de História das Américas (ANPHLAC), em conformidade com a Associação Nacional de História (ANPUH), o Fórum Universitário Mercosul (FoMerco) e a Associação Brasileira de Hispanistas (ABH), vem manifestar solidariedade à comunidade acadêmica da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e repudiar à Emenda Aditiva à Medida Provisória 785/2017, apresentada pelo Deputado Federal Sérgio Souza (PMDB/PR) que propõe transformar a UNILA em Universidade Federal do Oeste do Paraná (UFOPR) com foco no agronegócio e na articulação com indústrias locais. Isso significa o desmantelamento do projeto original de criação da UNILA e fere os princípios de autonomia da universidade que são garantidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e pela Constituição Federal.

A UNILA, sediada em Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, foi criada pela Lei 12.189/2010, aprovada pela Câmara dos Deputados, Senado Federal e sancionada pela Presidência da República em 12 de janeiro de 2010. A UNILA tem como vocação contribuir "para a integração latino-americana, com ênfase no Mercosul, por meio do conheci­mento humanístico, científico e tecnológico, e da cooperação solidária entre as instituições de ensino superior, organismos governamentais e internacionais." A UNILA oferece cursos "em áreas de interesse mútuo dos países da América Latina", principalmente "em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento e a integração regionais. "

Nos seus sete anos de existência a UNILA tem cumprido seu papel de integrar conhecimento e culturas por meio da produção de saberes pautados no latino-americanismo e no plurilinguismo com base na autonomia universitária. A UNILA também é um importante caminho para maior aproximação entre o Brasil e seus vizinhos hispano-americanos. Por tudo isso, a ANPHLAC se posiciona contra qualquer medida autoritária que coloque fim ao projeto original da UNILA e reitera sua posição de repúdio à Emenda Aditiva.

Diretoria da ANPHLAC (Biênio 2016-2018)

Julho de 2017]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 19 Jul 2017 21:04:49 -0300
DESAFIOS - DESMONTE DA UNILA http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4233-desafios-desmonte-da-unila http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4233-desafios-desmonte-da-unila Estimados compas,

O deputado Sergio souza, (PMDB-PR) aproveitou uma MP em curso no congresso e apresentou uma emenda, que cancela a universidade de integração latinoamericana UNILA e a transforma em apenas uma unviersidade federal do oeste do parana.

Esta medida, acabaria com todo projeto academico e politico da UNILA de integração com nossos vizinhos, ja que há paridade nos professores e nos alunos com Paraguay, Bolivia, argentina e outros paises.

É uma vergonha.

Veja abaixo a petiçao publica dirigida ao congresso para evitar esse absurdo, esse retrocesso queé parte dos golpistas corruptos.

assine e distribua para seus contactos: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR100837]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 19 Jul 2017 17:52:42 -0300
CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA e EXTRAORDINÁRIA DA ANPUH-BRASIL http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4230-convocacao-da-assembleia-geral-ordinaria-e-extraordinaria-da-anpuh-brasil http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4230-convocacao-da-assembleia-geral-ordinaria-e-extraordinaria-da-anpuh-brasil A Secretária Geral da Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil, localizada na Av. Prof. Dr. Lineu Prestes, 338, sala N - A, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo, SP, CEP 05508-900, nas dependências do prédio de História e Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Tania Regina de Luca, professora universitária, com base nas atribuições conferidas pelo art. 35, alínea "a", do Estatuto da Associação, convoca todos os associados para se reunirem em ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA e EXTRAORDINÁRIA, no dia 27 de julho de 2017, às 18h00 min (dezoito horas), em primeira convocação e, na mesma data, às 18h30 min (dezoito horas e trinta minutos), em segunda convocação, no Auditório da ADUnB, Campus Universitário Darcy Ribeiro - Gleba A - Casa do Professor, Brasília-DF, CEP 70910-900 , durante o Simpósio Nacional da ANPUH - Brasil, para discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia:

I. Apresentação e deliberação sobre o relatório da Diretoria Gestão 2015-2017, bem como sobre a prestação de contas da situação financeira;

II. Apresentação e aprovação do relatório de atividades da Revista Brasileira de História;

III. Apresentação e aprovação do relatório de atividades da Revista História Hoje;

IV. A situação do projeto de lei que regulamenta a profissão de historiador;

V. A reformulação das bases curriculares do ensino básico: informes e debate;

VI. Relatório da Comissão Eleitoral e homologação do resultado da eleição para Gestão 2017-2019;

VII. Homologação da eleição da Diretoria e posse dos diretores eleitos;

VIII. Posse do Editor Responsável e do Conselho Editorial dos dois periódicos: Revista Brasileira de História e História Hoje;

IX. Eleição do Conselho Fiscal da ANPUH;

X. Escolha do Tema e Local do XXX Simpósio Nacional de História;

XI. Outros assuntos de interesse da ANPUH.

São Paulo, 17 de Julho de 2017.

Tania Regina de Luca

(Secretária Geral da ANPUH-Brasil)]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 17 Jul 2017 16:02:38 -0300
NOTA DE APOIO À UNILAB http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4227-nota-de-apoio-a-unilab http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4227-nota-de-apoio-a-unilab A Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil, vem por meio desta manifestar seu apoio à nota de repúdio divulgada pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em História da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB - Ceará).

Esta Universidade, criada durante o governo Lula, tem como escopo a integração da lusofonia afro-brasileira, e se caracteriza pelo acolhimento de estudantes dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa formada por países como Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Portugal, Cabo Verde, e o Timor Leste para estudos no ensino superior em áreas estratégicas para o desenvolvimento social e econômico. Seu projeto arrojado tem sido objeto de estudos e atraído a atenção internacional.

A atual gestão ao propor a extinção dos auxílios estudantis que garantem a permanência dos estudantes africanos e timorenses na instituição fere de morte o projeto de cooperação internacional em que se funda a universidade.

Assim, nossa entidade cerra fileiras com os docentes do Curso de História desta valiosa instituição, repudiando este ato administrativo, e conclama a ampliação dos debates para a busca de alternativas que assegurem e não descaracterizem o projeto de integração internacional que a define.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 12 Jul 2017 17:49:57 -0300
REVISTA HISTÓRIA HOJE - EDITAL DE CHAMADA PARA DOSSIÊS TEMÁTICOS http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4201-revista-historia-hoje-edital-de-chamada-para-dossies-tematicos http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4201-revista-historia-hoje-edital-de-chamada-para-dossies-tematicos A Revista História Hoje – Anpuh-Brasil [Qualis B2 na área de História e em Educação] abre chamada pública para a organização de dossiês temáticos. A partir de 2011, a revista adotou a temática História e Ensino como seu eixo estruturante, buscando se situar como referência nas discussões da área, abrangendo dimensões do Ensino da História nos níveis Fundamental, Médio e Superior.

As propostas serão recebidas a partir do dia 01 e até o dia 31 de agosto de 2017. E o resultado publicado até o dia 10 de outubro de 2017.

OBJETIVO E NATUREZA: Os dossiês – compostos por conjunto de artigos e uma entrevista - devem abordar uma das diversas dimensões do Ensino de História nos níveis Fundamental, Médio e Superior, a partir de um eixo estruturante, estabelecido pelos/as proponentes. Não serão aceitos artigos para as demais seções da Revista (Falando de História Hoje, E-Storia, História Hoje na Sala de Aula, Resenhas, Artigos). Estas passarão a receber artigos exclusivamente em demanda contínua.

COORDENAÇÃO: Os dossiês podem ser propostos por no mínimo dois/duas e até no máximo quatro organizadores/as [os/as proponentes], portadores de títulos de doutor e com vínculos com qualquer instituição de ensino (Educação Básica ou Superior) e/ou pesquisa do país ou do exterior.

ESTRUTURA E FORMA: Os dossiês serão compostos por conjunto de, no mínimo, seis e, no máximo, dez artigos, os quais seguirão os critérios formais da Revista História Hoje (disponíveis no endereço http://rhhj.anpuh.org/ojs/index.php/RHHJ/index). As propostas devem congregar artigos que expressem a pesquisa sobre a história em sua relação com o ensino, elaborados por professores/as pesquisadores/as. A revista aceitará artigos de discentes de programas de pós-graduação stricto sensu desde que em co-autoria com seus/suas orientadores/as. Os/as proponentes poderão, a seu critério, participar como autores/as. O conjunto de artigos deve refletir a escala nacional. As propostas/artigos poderão ser escritas em português ou em espanhol.

Além dos artigos para o Dossiê os/as proponentes deverão indicar nome de pesquisador/a/professor/a - referência na área relacionada à temática do Dossiê – para realização de entrevista que deverá compor Seção do mesmo nome da

Revista.

PROPOSTAS E SELEÇÃO: As inscrições de dossiês devem conter uma breve apresentação e uma justificativa, redigidas pelos/as proponentes, e a lista de autores/as com informação sobre sua filiação institucional, respectivos títulos dos artigos e resumo de, no máximo, dez linhas. A análise e a seleção das propostas serão feitas pelo Conselho Editorial da Revista História Hoje. O resultado será comunicado, conjuntamente, a todos os inscritos por via eletrônica e publicado na página da Revista. Membros do Conselho Editorial e do Conselho Consultivo da Revista História Hoje não poderão participar deste edital na condição de proponentes e/ou autores/as de artigos.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

• Não repetição de temáticas de Dossiês publicados na revista nos dois últimos volumes (últimos quatro números);

• Originalidade do tema e vinculação ao ensino de História;

• Pertinência da contribuição do tema às discussões e debates sobre Ensino de História e temas correlatos na atualidade;

• Respeito à variação regional e institucional dos/as autores/as;

As propostas devem ser enviadas para o endereço rhhjeditor@anpuh.org. O recebimento será confirmado pelo editor da Revista.

Não serão aceitas inscrições fora do prazo.

EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO: Uma vez aprovados, os organizadores/proponentes terão os seguintes prazos para a submissão dos artigos e entrevista na Revista:

Dossiê aprovado para o v.7, n.13 (junho 2018). Prazo: 30 de novembro de 2017 até 05 de janeiro de 2018;

Dossiê aprovado para o v.7, n.14 (dezembro 2018). Prazo: 20 de abril até 10 de maio de 2018;

Dossiê aprovado para o v.8, n.15 (junho 2019). Prazo: 30 de setembro até 30 de outubro de 2018;

Dossiê aprovado para o v.8, n.16 (dezembro 2019). Prazo: 30 de abril até 30 de maio de 2019;

A ordem de publicação será estabelecida pela Revista, considerando as propostas aprovadas. A edição será em versão digital, em português e/ou espanhol. Os/As proponentes serão responsáveis pela redação do prefácio do dossiê, apresentando e situando os artigos. Uma vez aprovado(s) o(s) dossiê(s), os artigos e a entrevista serão submetidos aos procedimentos recorrentes da Revista História Hoje, como, por exemplo, avaliação "duplo cega".

Cristiani Bereta da Silva
Editora 2015-2017

Paulo Eduardo Dias Mello
Editor 2017-2019]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 19 Jun 2017 18:13:16 -0300
MANIFESTO PELA IGUALDADE DE GÊNERO NA ESCOLA http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4199-manifesto-pela-igualdade-de-genero-na-escola http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4199-manifesto-pela-igualdade-de-genero-na-escola

Nós, militantes, pesquisadoras/es, educadoras/es, estudantes, mães, pais, sindicatos, entidades e instituições acadêmicas e movimentos feministas, LGBTs e de direitos humanos, abaixo assinados vimos nos manifestar sobre a importância de que o Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro, contemple o enfrentamento às desigualdades de gênero e sexualidade.

Garantir a discussão de gênero e sexualidade nas escolas:

É enfrentar pensamentos que naturalizam e banalizam a violência contra as mulheres, através de estereótipos e preconceitos, em um país que tem a quinta maior taxa de feminicídio no mundo (ONU), um estupro denunciado a cada 11 minutos (10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública), e a cada 11 minutos uma denúncia de violência contra as mulheres (Secretaria de Política para as Mulheres).

É enfrentar as bases da divisão desproporcional do trabalho entre mulheres e homens, que submete as mulheres a duplas e triplas jornadas de trabalho e recebam até 30% a menos que os homens no mesmos cargos e funções, fruto de uma cultura que ainda responsabiliza desproporcionalmente homens e mulheres pelas tarefas domésticas e pelos cuidados com crianças, idosas/os e pessoas doentes.

É enfrentar preconceitos e intolerâncias que culminam em diversas formas de exclusão e violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, e demais pessoas não-heterossexuais; e Transexuais e Travestis, e demais pessoas Transgêneras no país que lidera o ranking mundial de assassinato da população LGBT, tendo uma vítima a cada 27 horas (Relatório "Assassinatos de Homossexuais LGBT no Brasil).

É enfrentar a evasão escolar da população LGBT, em especial das pessoas trans, que sofrem inúmeras discriminações e estigmas no ambiente escolar, 32% das pessoas LGBTs afirmaram sofrer preconceito dentro das salas (UFSCAR). Violências que limitam as opções de vida destas, contribuindo para a dificuldade de inserção no mercado de trabalho e favorecendo a prostituição como único meio de vida dessas pessoas.

Garantir a discussão de gênero e sexualidade nas escolas:

É contribuir para a efetivação da democracia brasileira, através da promoção da igualdade e valores de respeito e inclusão de todas as pessoas, respeitando a diversidade sexual, de orientação sexual, de identidade de gêneros, de cores/raças, de religião, entre outras, que compõem a nossa sociedade.

É garantir que o ensino respeite o princípio de liberdade de divulgação do pensamento e do pluralismo de ideias e o direito à liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença, conforme art. 5, IX da CRFB/88.

É promover o direito à educação, assegurado no Artigo 6º da Constituição Brasileira de 1988, através da promoção de igualdade de condições para acesso e permanência escolar.

É implementar compromissos internacionais de direitos humanos assumidos pelo Brasil como a Convenção Para Eliminar Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher – CEDAW; a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e da Campanha pela Igualdade e Direitos de População LGBT da ONU.

Por tudo isso, com vistas a implementação de uma educação democrática, laica, inclusiva, comprometida com a construção de uma sociedade sem machismo, sem racismo e sem lesbofobia, homofobia, bifobia e transfobia, reafirmamos a importância da abordagem de gênero e sexualidade no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

Assinam:

Articulação de Mulheres Brasileiras - AMB

Associação de Docentes da UERJ - ASDUERJ

Associação Brasileira de História das Religiões - ABHR

Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais - ABONG

Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior

Associação Nacional de História - ANPUH-Brasil

Casa da Mulher Trabalhadora - CAMTRA

Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos - CLAM/IMS/UERJ

Central Única dos Trabalhadores – CUT

COLETIVO FILHOS E NETOS POR MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA - RJ

Coletivo de Mulheres da UNESA

COLETIVO DIVERSO E DEMOCRÁTICO - Mães, Pais e Responsáveis do Colégio Pedro II

Coletivo Madame Satã PUC-Rio

Consulta Popular

DEGENERA - Núcleo de Pesquisa e Desconstrução de Gêneros/UERJ

ELOS - Núcleo de Estudos e Ações em Gênero e Sexualidades do Colégio Pedro II

Escola sem Machismo

Estudos de Gênero e Movimentos Sociais do Laboratório de Estudos de História Agrária e Movimentos Sociais-Lehams-UFTM

Federação dos Trabalhadores Estabelecimento Ensino - FETEERJ

Flhas de Dandara Coletivo de Mulheres Negras

Filh@s&net@s - SP Direitos Humanos, Memória, Verdade e Justiça

Fórum de Combate a Violência contra as Mulheres

Fórum Mulheres Negras do Rio de Janeiro

Grupo de Pesquisa AGEST ( antropologia, gênero, saúde e trabalho) /UFRPE

Grupo de Pesquisas em Tecnologia, Educação e Cultura - GPTEC

Grupo de pesquisas Interdisciplinar de Estudo de Culturas e Linguagens - IECL

Instituto de Estudos de Gênero - Universidade Federal de Santa Catarina

Instituto Equit - Gênero, Economia e Cidadania Global

Instituto Omolara Brasil

Laboratório Integrado em Diversidade Sexual e de Gênero, Políticas e Direitos - LIDIS/UERJ

Levante Popular da Juventude

Liga Brasileira de Lésbicas

Mães e Crias na Luta

MAIS - Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista

Mandato Vereador Tarcísio Motta

Mandato Vereador Renato Cinco

Mandato Vereadora Marielle Franco

Mandato Vereador Reimont Ottoni

Marcha Mundial das Mulheres - MMM

Movimento de Mulheres Olga Benário

Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NESEG/UFRJ)

NOS - Nova Organização Socialista

NOVAMERICA ONG

Núcleo de Estudos de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana-Nehcaba-UFTM

Núcleo Chile - Sindicato dos trabalhadores do IBGE

Organização Mulheres de Atitude

Observatório da Laicidade na Educação - OLE

Observatório Interdisciplinar de Fazeres Culturais e Letramentos

PartidA Feminista Rio de Janeiro

PIBID Sociologia - PUC-RIO

Professores Contra o Escola Sem Partido - PCESP

Quilombo Raça e Classe

Rede de Desenvolvimento Humano - Redeh

Rede Nacional de Religiões de Matrizes Africanas – RENAFRO

Rua - Juventude Anticapitalista

Setorial de Mulheres do PSOL

Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação - SEPE RJ

Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro - SINPRO-RIO

Sinpaf Solos

 

Manifesto:

https://docs.google.com/forms/d/1fFgamjuv0qPMuR2djV_XbI1HXblT8eK15p3MZ0KFcEI/edit

Evento:

https://www.facebook.com/events/1498389030234865/

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Fri, 16 Jun 2017 14:10:00 -0300
MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE E APOIO http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4190-mocao-de-solidariedade-e-apoio http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4190-mocao-de-solidariedade-e-apoio
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
CONSELHO UNIVERSITÁRIO
 
MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE E APOIO


O Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro, reunido em sessão de 08 de junho de 2017, manifesta o enfático apoio às pedagogias referenciadas na liberdade de pensamento no desenvolvimento das ações acadêmicas nas Instituições de Ensino Superior.

As relações pedagógicas e as atividades correspondentes não podem ser balizadas pelo medo. Tampouco a autonomia didático-científica. A judicialização de atos acadêmicos contra docentes da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) atinge a relação pedagógica, a linha de pesquisa do Programa de Pós-Graduação, à própria UDESC e todos os sujeitos implicados com a formação de mestres e doutores.

Por todo o exposto e acompanhando a manifestação da Associação Nacional de História (ANPUH), o Conselho Universitário se solidariza com a Profª Marlene de Fáveri, criminalizada por organizar um curso sobre o feminismo.

Prof. Roberto Leher
Reitor
 
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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 12 Jun 2017 19:26:49 -0300
ATUAÇÃO DA ANPUH NO CNE http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4186-atuacao-da-anpuh-no-cne http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4186-atuacao-da-anpuh-no-cne Olá Colegas,

Nesta quarta a ANPUH (07/06) esteve em Brasília em audiência com a Professora Malvina Tuttman, da Câmera de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.

A entidade pretendia provocar o CNE sobre os temas da Reforma do Ensino Médio, exclusão da obrigatoriedade da História no currículo do Ensino Médio, a BNCC e seus impactos sobre a Formação de Professores. também incluímos a discussão do programa Escola sem Partido e seus desdobramentos sobre a educação.

Na última reunião da diretoria essa proposta foi reapresentada e aprovada com apoio das regionais. O prof. Paulo Mello, 2º secretário da entidade, e autor da proposta foi indicado a ir a Brasília, onde seria acompanhado pela Professora Lucília Neves, vice-presidente da ANPUH, que infelizmente não pode ir em função das demandas do SNH.

Elaboramos uma carta de apresentação da entidade (ANEXO), assinada pela professora Maria Helena, e que foi encaminhada para a conselheira e apresentada durante a audiência. Nela apresentamos basicamente dois pedidos:

1) solicitação de uma audiência específica com as entidades científicas para discutir a BNCC e suas implicações sobre as Diretrizes de Formação de professores. Sabíamos que o CNE organizou uma agenda de audiências públicas até setembro. Essas audiências são com o conjunto da sociedade. Nossa reivindicação foi de um audiência especifica para ouvir as entidades científicas.

Fizemos isso advogando não apenas em causa da ANPUH, mas do conjunto das entidades científicas existentes.

2) Audiência sobre o Escola Sem Partido para discutir o conteúdo do conjunto de projetos de lei deste famigerado programa e seus impactos educação e nas diretrizes curriculares. Argumentamos sobre a inconstitucionalidade e contrariedade aos princípios afirmados nas diretrizes nacionais elaboradas pelo CNE.

Recebemos da conselheira Malvina Tuttman e-mail com respostas à essas demandas.

Sobre a BNCC e as Diretrizes. A Comissão Bicameral da Base Nacional Comum do Conselho Nacional de Educação, é presidida pelo Conselheiro da Câmara de Educação Básica, Cesar Callegari. Ele viu uma possibilidade de agendar essa reunião e deve dar um retorno em breve. Vamos enviar a ele os documentos da entidade a respeito do tema.

Além disso, a ANPUH irá promover uma campanha para que cada uma das regionais participe das audiências públicas já agendadas nas cinco regiões.

Calendário das Audiências Públicas (*)

1. Região Norte

Data: 07 de julho de 2017

Local: Manaus (AM)

2. Região Nordeste

Data: 28 de julho de 2017

Local: Recife (PE)

3. Região Sul

Data: 11 de agosto de 2017

Local: Florianópolis (SC)

4. Região Sudeste

Data: 25 de agosto de 2017

Local: São Paulo (SP)

5. Região Centro-Oeste

Data: 11 de setembro de 2017

Local: Brasília (DF)

Sobre a audiência sobre o Escola sem Partido: Vamos enviar uma exposição de motivos ao CNE para justificar o pedido sobre a audiência pública sobre Escola sem Partido. O assunto será pautado na próxima reunião da Direção do CNE.

As propostas em debate sobre esses temas colocam o CNE como espaço decisivo de debates e deliberações. Definições importantes sobre a BNCC e a formação de professores estão em andamento. A ANPUH estará se fazendo presente nesse processo na defesa dos princípios de uma educação democrática e pelo ensino de História.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 12 Jun 2017 17:53:23 -0300
CARTA DA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA – ANPUH AO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4185-carta-da-diretoria-da-associacao-nacional-de-historia-anpuh-ao-conselho-nacional-de-educacao-cne http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4185-carta-da-diretoria-da-associacao-nacional-de-historia-anpuh-ao-conselho-nacional-de-educacao-cne Aos cuidados da conselheira Prof.ª Malvina Tuttman, integrante da Câmara de Educação Básica.

Prezada Senhora,

A Associação Nacional de História, a ANPUH é uma entidade que congrega profissionais da graduação e da pós-graduação em História, professores dos ensinos fundamental e médio e profissionais atuantes nos arquivos públicos e privados, e em instituições de patrimônio e memória espalhadas por todo o país. Seu quadro atual de associados possui mais de 5.000 membros e reflete a diversidade de espaços de trabalho hoje ocupados pelos historiadores em nossa sociedade. Fundada em 1961, desde então nossa entidade tem atuado com destaque em questões relacionadas à profissionalização e à defesa do ensino e da pesquisa na área de História, acompanhando e pautando políticas públicas na área da Educação Superior, da Educação Básica, da cultura e da memória. Seus objetivos são: O aperfeiçoamento do ensino de História em seus diversos níveis; b. O estudo, a pesquisa e a divulgação de assuntos de História; c. A defesa das fontes e manifestações culturais de interesse dos estudos históricos; d. A defesa do livre exercício das atividades dos profissionais de História; e. A representação da comunidade dos profissionais de História perante instâncias administrativas, legislativas, órgãos financiadores e planejadores, entidades científicas ou acadêmicas.

A cada dois anos, a ANPUH realiza seu Simpósio Nacional de História, o maior e mais importante evento da área de história no país e na América Latina. Neste ano de 2017, entre 24 e 28 de julho, na cidade de Brasília, será realizado o XXIX Simpósio Nacional de História. Contra os Preconceitos: História e Democracia é a temática do evento, que, sem dúvida, apresenta relevância histórica impar e grande atualidade face à complexa realidade do mundo contemporâneo. De fato, o tempo presente, no Brasil e em diferentes países do mundo, tem se caracterizado por peculiar conquista e afirmação de novos e plurais direitos, mas também é marcado por forte expansão de diferentes formas de fundamentalismos e expressão de preconceitos.

Justamente por estar intrinsecamente conectada com as questões que atravessam a sociedade nossa entidade vem acompanhando de muito perto, e com forte preocupação uma série de discussões que afetam, especialmente: a formação de professores; o lugar e sentidos da História como disciplina escolar no currículo da Educação Básica; o livre exercício do Ensino de História no país. Temos discutido, acompanhado e participado ativamente dos debates em andamento através de eventos, mobilizações e documentos.

Nossa entidade teve papel ativo nas discussões da Base Nacional Comum Curricular buscando interlocução junto ao MEC em todas as etapas de sua formulação, e produzindo análises variadas sobre suas versões preliminares. Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada, nossa entidade mobilizou seu Fórum de Graduação que está desenvolvendo estudos e reflexões sobre o tema tendo em vista a melhor adequação e implementação da proposta na perspectiva da autonomia universitária. Contrária a forma como foi conduzido processo que levou à Reforma do Ensino Médio, definida pela Lei nº 13.415/17, nossa entidade se manifestou, em carta aberta destinada à Presidência da República, questionando a sanção de uma lei que não prevê a exigência da presença da História como disciplina obrigatória do currículo escolar no Ensino Médio. A respeito da legislação que ora tramita no Congresso Nacional destinada a impor o "Programa Escola sem Partido", nossa entidade tem se organizado em mobilizações e se manifestado de forma contundente contra essa proposta e todos os projetos a ela conexos, por considera-los inconstitucionais na medida em que ferem a liberdade de ensino e expressão. É nosso compromisso como entidade lutar para que a liberdade de expressão jamais seja cerceada. A perspectiva crítica, que constitui a base fundamental do exercício historiográfico e da prática docente, não pode prescindir de espaços para a livre veiculação das ideias e para a experimentação do debate.

No contexto atual, entendemos, o Conselho Nacional de Educação, o CNE, ocupa um lugar estratégico para o debate e a defesa dos princípios que fundamentam nosso sistema educacional uma vez que sua missão precípua é a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade. É nesse sentido que vimos a este órgão solicitar o que se segue:

1) Audiência pública com o conjunto das entidades científicas que representam as áreas de conhecimento do currículo para debate sobre a 3ª versão da BNCC e suas relações com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada;

2) Audiência pública específica com o conjunto das entidades científicas e da Educação para debater as propostas do Programa Escola sem Partido, cujo projeto de Lei está em tramitação no Congresso Nacional, à luz das Diretrizes Curriculares elaboradas por este Conselho.

Certos do apoio deste Órgão de Estado, cuja identidade se constitui como colegiado de caráter eminentemente democrático, desde já agradecemos e nos colocamos à disposição.

Sem Mais,

Maria Helena Rolim Capelato
Presidente da Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil (Biênio 2015-2019)]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 12 Jun 2017 17:46:50 -0300