Destaque http://site.anpuh.org Wed, 20 Sep 2017 22:29:22 -0300 Joomla! - Open Source Content Management pt-br A ANPUH-BRASIL ESTÁ NA LUTA CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS ACERVOS. QUEIMA DE ARQUIVO NÃO. http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4344-a-anpuh-brasil-esta-na-luta-contra-a-destruicao-dos-acervos-queima-de-arquivo-nao http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4344-a-anpuh-brasil-esta-na-luta-contra-a-destruicao-dos-acervos-queima-de-arquivo-nao A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) vem demonstrando ao longo de sua trajetória, a preocupação com a situação dos Arquivos Públicos e do Patrimônio Documental no país. Tal apreensão no momento ancora-se também, mas não somente, na aprovação do PLS 146/2007 no Senado Federal e o seu trâmite à Câmara Federal, onde recebeu o número de PL 7920/2017.

O Projeto de Lei dispõe "sobre a digitalização de documentos e http://queimadearquivonao.webnode.com mídia ótica ou eletrônica [...]" e prevê a eliminação de documentos após a digitalização. Ao legalizar a destruição dos acervos originais após sua digitalização, como adverte a campanha "Queima de Arquivo Não" (http://queimadearquivonao.webnode.com), inviabiliza a garantia de autenticidade dos documentos públicos ao impossibilitar a "futura verificação no caso de suspeita de fraudes". Tal pratica que inexiste em qualquer outro país, leva-nos a cogitar a intenção do apagamento da nossa História.

Para sensibilizar os deputados quanto à debilidade e insegurança jurídica doPL 7920/2017, a ANPUH-Brasil se reuniu na quarta-feira, dia 13/09/2017, em Brasília, com o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Deputado Paulo Magalhães (PSD/BA). E posteriormente, se fez representar na Audiência Pública da Comissão de Cultura da Câmara, no mesmo dia, que debateu as políticas de incentivo e captação de recursos para a preservação do patrimônio e memória nacional.

A Professora Beatriz Kushnir e o Professor Estevão de Resende Martins estiveram representando a ANPUH-Brasil nesta luta.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 18 Sep 2017 15:50:43 -0300
AUDIÊNCIA PÚBLICA E A 3ª VERSÃO DA BNCC: O LUGAR DA ANPUH NO DEBATE http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4343-audiencia-publica-e-a-3-versao-da-bncc-o-lugar-da-anpuh-no-debate http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4343-audiencia-publica-e-a-3-versao-da-bncc-o-lugar-da-anpuh-no-debate Num contexto político em que a democracia brasileira vive um golpe de estado, o Ministério da Educação (MEC) apresentou ao Conselho Nacional de Educação (CNE), no dia 06 de abril de 2017, a terceira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que orientará a produção dos currículos das escolas no país nos próximos anos. Com efeito, essa versão apresentada desconsiderou um longo processo de debates, seminários, consulta pública, leituras críticas e relatórios produzidos durante 2013 e 2015. Atualmente, o documento encontra-se em discussão nas audiências públicas organizadas pelo CNE. Em Pernambuco, tivemos uma audiência no último dia 29 de julho de 2017, que contou com a participação da ANPUH-PERNAMBUCO, quando a professora Juliana de Andrade pontuou os limites e problemas da 3ª versão da BNCC para o Ensino de História. Após o encerramento das audiências públicas, no dia 11 de setembro de 2017, em Brasília, o CNE elaborará um parecer e um projeto de resolução antes da homologação da lei.

Dessa forma, considerando toda a repercussão que o desenho do componente curricular História apresentou ao longo do processo de construção da BNCC, sobretudo, o que apresenta a 3ª versão da Base, ao discutir de forma generalista os direitos humanos, a diversidade cultural, combate a violência, as questões de gênero e sexualidade, reiteremos que:

1- O componente curricular história deve ser considerado elemento chave para a formação dos sujeitos históricos e para o desenvolvimento das habilidades de escrita e da leitura. Por isso, a ANPUH repudia de forma contundente a flexibilização do ensino história no ensino médio. Estudar História é um direito.

2- É necessário que Aprendizagem Histórica leve em consideração as diferentes temporalidades, por isso, a BNCC deve tomar como referência as experiências dos povos africanos, indígenas e latino-americanos. Assim, repudiamos a forma como a BNCC pensa o estudo histórico, privilegiando a história ocidental, organizada em ordem cronológica.

3- O currículo de História (e a base comum curricular que o estrutura) deve oferecer condições ao professor e aos estudantes para que o saber histórico seja compreendido como uma produção cientifica e social.

4- O currículo de História considere a formação cidadã e os direitos humanos como principio fundamental.

5- A Base Comum Curricular deve oferecer um repertório amplo de discussão sobre o saber histórico escolar que aborde a história do tempo presente.

Por fim, solicitamos ao Conselho Nacional de Educação que considere os pontos apresentados, tendo em vista o diálogo que mantém com a produção historiográfica atualizada e com o acumulo das reflexões do campo de pesquisa do Ensino de história. Nesse sentido, considere em seu parecer final que:

- A BNCC deve apresentar uma proposta para o ensino de história que contribua para o aprofundamento dos conceitos estruturantes do componente curricular, tais como história, fonte, historiografia, memória, acontecimento, sequência, duração, sucessão, periodização, fato, processo, simultaneidade, ritmos de tempo, medidas de tempo, sujeito histórico, historicidade, identidade, semelhança, diferença, contradição, permanência, mudança, evidência, causalidade, multicausalidade, ficção, narrativa.

- Que, em respeito ao cumprimento dos dispositivos legais e à garantia de uma educação democrática e que respeite as diferenças, sejam garantidos a implantação do ensino de história da África, da história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas, considerando conteúdos, procedimentos e atitudes.

- Que os acontecimentos contemporâneos e aqueles do passado sejam transformados em problemas históricos a serem estudados e investigados

GT ENSINO DE HISTÓRIA E EDUCAÇÃO – ANPUH BRASIL]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 18 Sep 2017 15:32:42 -0300
NOTA DE REPÚDIO AO FECHAMENTO DA EXPOSIÇÃO QUEER MUSEU EM PORTO ALEGRE EM 10.09.2017 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4333-nota-de-repudio-ao-fechamento-da-exposicao-queer-museu-em-porto-alegre-em-10-09-2017 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4333-nota-de-repudio-ao-fechamento-da-exposicao-queer-museu-em-porto-alegre-em-10-09-2017 A Associação Nacional de História vem por meio desta expressar sua indignação e consternação diante da abrupta e injustificável interrupção da exposição Queer Museu - Cartografias da diferença na América Latina, em cartaz no Santander Cultural, no Centro de Porto Alegre/RS.

A iniciativa, sob a curadoria de Gaudêncio Fidélis, explorava a diversidade de expressão de gênero e a diferença na arte e na cultura, por meio de mais de 270 obras (oriundas de coleções públicas e privadas), abrangendo amplo período desde o século XX até os dias de hoje. Todavia, alguns dias antes de completar um mês, a exposição foi fechada e encerrada por iniciativa da instituição que cedeu a protestos veiculados nas redes sociais e realizados no próprio local, promovidos por diferentes grupos conservadores.

Com esta atitude, a direção do Santander Cultural, que patrocinava a iniciativa, verga-se de forma inexplicável às pressões de grupos que pretendem estabelecer a censura à arte, promover o patrulhamento contra iniciativas que promovem reflexões sobre a diversidade e impor limites à liberdade de expressão.

Ceder em questões de princípios que fundam as bases de nossa democracia, e que estão plenamente assegurados pela nossa Constituição, significa capitular para projetos pautados pelo obscurantismo e o autoritarismo e que pretendem se instalar em nossa sociedade.

Por isso, nosso repúdio a essa atitude conivente e nossa irrestrita solidariedade com aqueles que, no Brasil, travam uma luta incansável pela afirmação dos direitos de expressão, pelo fim dos preconceitos e pelo respeito às diferenças.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 12 Sep 2017 18:12:40 -0300
NOTA DA ANPUH A RESPEITO DAS ATIVIDADES DO INSTITUTO FILIPE CAMARÃO NO RN http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4332-nota-da-anpuh-a-respeito-das-atividades-do-instituto-filipe-camarao-no-rn http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4332-nota-da-anpuh-a-respeito-das-atividades-do-instituto-filipe-camarao-no-rn A ANPUH-RN, como órgão representativo dos profissionais da área de História, vem a público esclarecer que não coaduna com as atividades do Instituto Filipe Camarão, que tem promovido várias palestras e mesas-redondas no Rio Grande do Norte, visando a divulgar uma "outra" versão da História, às avessas daquela da Academia. O espaço da Academia, representado sobretudo pelas universidades, é aberto ao debate científico e à multiplicidade de abordagens teórico-metodológicas no campo historiográfico. No entanto, não concordamos com afirmações errôneas e interpretações incongruentes e disparatadas do passado, pseudocientíficas, que promovem a desinformação e a ignorância sobre fatos históricos da História Geral e do Brasil. A ANPUH-RN tem promovido ações afirmativas no sentido de combater o pensamento retrógrado daqueles que defendem um projeto de censura e de inverdades dentro da academia, visando demonstrar o perigo que representa o cerceamento da liberdade de expressão, do diálogo e do debate próprio do ambiente educacional. Para tanto, já organizamos duas jornadas a respeito, contando com a presença do Prof. Dr. Fernando Penna (UFF), e estamos planejando as próximas. É a forma de contribuição à construção do debate científico, que propomos aos professores e estudantes de História e à sociedade potiguar.

Natal, 06 de setembro de 2017

Diretoria da ANPUH-RN]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 12 Sep 2017 17:52:45 -0300
ELEIÇÕES PARA A ANPUH-ES - MANDATO 2017/19 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4325-eleicoes-para-a-anpuh-es-mandato-2017-19 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4325-eleicoes-para-a-anpuh-es-mandato-2017-19

Inscrições de chapas até o dia 26 de setembro, pelo e-mail marxis@terra.com.br (Profa. Maria Beatriz Nader, da Comissão Eleitoral), constando de e-mail com os nomes dos membros da chapa e o seu programa.

Propaganda das chapas: de 27 de setembro a 17 de outubro.

Eleição eletrônica no dia 18 de outubro, pelo perfil dos sócios com anuidades em dia.

Atenciosamente,

André Ricardo Valle Vasco Pereira

Presidente da Seção Espírito Santo da ANPUH (Biênio 2015-2017)

 

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 11 Sep 2017 13:18:11 -0300
NOTA PÚBLICA DA UFOPA http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4307-nota-publica-da-ufopa http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4307-nota-publica-da-ufopa

A ANPUH recebeu da UFOPA – Universidade Federal do Oeste do Pará uma nota pública, fazendo referência a uma das Mesas de "Diálogos Contemporâneos", ocorrida no XXIX Simpósio Nacional de História. Nesta mesa foram focalizadas as reformas educacionais, notadamente os últimos acontecimentos que têm envolvido a educação brasileira e, nesse contexto, também foi debatido o papel que as chamadas Licenciaturas Interdisciplinares em Ciências Humanas (LI) têm tido no contexto da formação de professores.

Cabe esclarecer que os Simpósios Nacionais de História caracterizam-se por serem espaços de diálogos e debates. Entendemos que a organização do SNH realizada em Brasília procurou contribuir, da melhor maneira possível, para fortalecer ainda mais a nossa atuação no espaço acadêmico e na sociedade.

Vale ressaltar que a menção à Licenciatura Integrada oferecida por qualquer das instituições mencionadas foi feita no sentido de demonstrar o número de alunos que se formam naquela modalidade. Acreditamos que a falta do debate ao término da Mesa não permitiu os esclarecimentos e o posicionamento dos palestrantes acerca desta questão.

Entendemos, portanto, que este e outros espaços de diálogo proporcionado pelo XXIX Simpósio Nacional de História, cumpriram o seu papel de debater as questões postas, com o intuito de ser um espaço analítico visando, única e tão somente, contribuir com a qualificada formação do profissional de história.

Ao publicar a nota da UFOPA, abaixo, estamos querendo reafirmar a nossa disposição para estreitarmos ainda mais o diálogo com todos e todas.

 

NOTA PÚBLICA



O Colegiado do Curso de História da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) torna público, por meio desta, alguns esclarecimentos, tendo em vista a alusão ao referido curso em uma das sessões dos Diálogos Contemporâneos do XXIX Simpósio Nacional de História da ANPUH (Associação Nacional dos Professores de História), realizada na cidade de Brasília-DF, entre os dias 24 a 28 de julho de 2017.

Na ocasião do evento, a sessão Diálogos Contemporâneos, em busca de discutir as atuais reformas curriculares atuais, mencionou a existência de cursos de Licenciaturas Interdisciplinares ou Integradas, caracterizando-os de forma depreciativa. Ao término da apresentação, listou-se uma série de instituições que ofertam tais modalidades de cursos, mencionando-se, dentre elas, a UFOPA e seu Curso de Licenciatura Integrada de História e Geografia.

Não tendo havido debate ao término da sessão, o que poderia ter criado a oportunidade para tais esclarecimentos, julgou-se necessário fazê-los por aqui:

1 – A Universidade Federal do Oeste do Pará, através do Instituto de Ciências da Educação, ofereceu vagas para o curso de Licenciatura Integrada de História e Geografia de 2011 a 2014, passando, a partir daí, a ofertar vagas em Licenciatura Plena em História.

2 – As turmas de Licenciatura Integrada de História e Geografia (cujo início da trajetória na universidade, portanto, deu-se entre 2011 e 2014), por decisão do corpo docente e discente do então Programa de Ciências Humanas da UFOPA, fizeram sua opção pelo percurso acadêmico de História ou Geografia, conscientes da importância da interdisciplinaridade, sem apagar as fronteiras entre esses campos de conhecimento.

3 – A grade curricular do curso de Licenciatura Integrada de História e Geografia, com ênfase em História (tendo os alunos da Licenciatura Integrada de História e Geografia feito sua escolha por qual percurso acadêmico seguir, se História ou Geografia), oferece formação plena para o professor-historiador, observando as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Formação de Professores, as Diretrizes Curriculares dos Cursos de História, cumprindo a carga horária de atividades teóricas, práticas, metodológicas e cultivando ainda a integração entre ensino, pesquisa e extensão.

Por fim, soma-se a esses três esclarecimentos, o registro da luta constante desde 2011 dos discentes e docentes para a criação do curso de Licenciatura Plena em História na Ufopa, o qual vem sendo oferecido desde o ano de 2015.

Santarém-PA,

Colegiado do Curso de História da UFOPA, reunido em 09 de agosto de 2017.

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 29 Aug 2017 18:15:31 -0300
ANPUH-SP NA AUDIÊNCIA SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4303-anpuh-sp-na-audiencia-sobre-a-base-nacional-comum-curricular http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4303-anpuh-sp-na-audiencia-sobre-a-base-nacional-comum-curricular

Conselho Nacional de Educação – Comissão da Base Nacional Comum Curricular

Audiência pública – Região Sudeste

São Paulo, 25.ago.2017

Agradecemos em nome da Associação Nacional de História - seção São Paulo, a possibilidade de apresentar nossos posicionamentos sobre a Base Nacional Comum Curricular nesta audiência pública. De início, ao considerar as dinâmicas do processo de elaboração, debate e futura implementação da Base, na condição de professores, professoras, historiadores e historiadoras atuantes no estado de São Paulo, indagamos sobre as funções dos diferentes agentes em ação nesse processo: qual o papel dos conselhos nacional e estaduais de educação? Como foram incorporadas as milhares de contribuições apresentadas para as versões anteriores ou trata-se apenas de mais uma forma de disseminar a ideia de "consulta democrática" para a construção da BNCC?

Acesse o documento completo aqui.

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 28 Aug 2017 18:21:06 -0300
CONVITE PARA DEBATE PÚBLICO SOBRE O PROJETO DE LEI 7920/2017 QUE PROPÕE AUTORIZAR A DESTRUIÇÃO DE DOCUMENTOS ORIGINAIS APÓS A DIGITALIZAÇÃO. http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4281-convite-para-debate-publico-sobre-o-projeto-de-lei-7920-2017-que-propoe-autorizar-a-destruicao-de-documentos-originais-apos-a-digitalizacao http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4281-convite-para-debate-publico-sobre-o-projeto-de-lei-7920-2017-que-propoe-autorizar-a-destruicao-de-documentos-originais-apos-a-digitalizacao Senhores,

O Conselho Nacional de Arquivos convida a esta conceituada Associação Nacional de História (ANPUH-BRASIL) para o debate público CONARQ sobre o Projeto de Lei nº 7920/2017, que propõe autorizar a destruição de documentos originais após a digitalização, bem como, alterar a lei nº 8.159 (Lei de Arquivos Brasileira), a lei nº 12.682, o código de processo penal, o código de processo civil.

O Debate Público será realizado no dia 19 de setembro próximo, das 09h às 17h, no auditório do Arquivo Nacional, na cidade do Rio de Janeiro.

O Debate Público CONARQ sobre o PL 7.920/2017 será promovido com a participação de seus conselheiros, especialistas das áreas de arquivologia, sociologia, história, direito, tecnologias de informação, gestão, controle e transparência pública, entre outros.O Debate tem como proposta os seguintes objetivos:

a) ouvir especialistas, comunidade arquivística, órgãos da administração pública e organizações privadas sobre o impacto do PL 7920/2017, em matérias relacionadas à gestão de documentos, confiabilidade e autencidade dos documentos arquivísticos, preservação digital – custos e impactos a médio e longo prazo, uso das tecnologias da informação, entre outras questões;
b) coletar material fático e técnico acerca do objeto do PL para subsidiar a atuação do CONARQ;
c) estabelecer estratégias de ação em relação ao trâmite do PL 7920/2017;
d) divulgação à sociedade civil do posicionamento e providências adotados pelo CONARQ, de modo a legitimar sua atuação.
e)debater a importância das instituições arquivísticas na preservação e difusão de registros históricos

Após a realização do Debate Público, serão coletadas todas as informações e as deliberações serão reunidas em um documento que será encaminhado à Câmara dos Deputados e demais atores envolvidos com a temática do PL 7920.

O evento será aberto ao público. As vagas são limitadas. Para participar é necessário efetuar inscrição no site do CONARQ www.conarq.gov.br<http://www.conarq.gov.br>. Maiores informações: E-mail: conarq@arquivonacional.gov.br<;mailto:conarq@arquivonacional.gov.br>;. Telefones: 2179-1271 ou 2179-1293.

Solicitamos o apoio desta ANPUH-BRASIL para divulgar o Debate Público CONARQ sobre o PL 7.920/2017 em seu site institucional e facebook. O link do site do CONARQ: http://www.conarq.gov.br/index.php/divulgacao-de-eventos/600-debate-publico-sobre-o-pl-7920-2018 e o link do facebook do CONARQ é: https://www.facebook.com/ConselhoNacionaldeArquivos/

Desde já agradecemos a valiosa colaboração.

Atenciosamente,

Domícia
Coordenadora do CONARQ



Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ

Praça da República, 173  - Centro - 20211-350

Rio de Janeiro, RJ – Brasil

Tel: (21) 2179-1271 -2179-1293

Fax: (21) 2179-1293

E-mail: conarq@arquivonacional.gov.br<;mailto:conarq@arquivonacional.gov.br>;

Web: www.conarq.gov.br<http://www.conarq.gov.br>
 
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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Fri, 18 Aug 2017 14:32:00 -0300
CARTA DE REFORÇO À REIVINDICAÇÃO DE RECURSOS http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4280-carta-de-reforco-a-reivindicacao-de-recursos http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4280-carta-de-reforco-a-reivindicacao-de-recursos CARTA DE REFORÇO À REIVINDICAÇÃO DE RECURSOS

A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil), integrante da rede de associações científicas afiliadas à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), apoia, reitera e subscreve a carta de 31.07.2017 (SBPC 144/Dir) sobre a premente necessidade de manter a sustentação financeira do CNPq, em prol do interesse nacional, dirigida pelos presidentes da SBPC e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) ao Senhor Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

A ANPUH junta sua voz à de todos os que pugnam pela pesquisa científica e por sua contribuição para a sociedade brasileira e para sua inserção internacional, reforçando o alerta para a preservação de uma profícua política pública de ciência, tecnologia e inovação e dos meios estatais de seu fomento.

 

São Paulo, 18 de agosto de 2017.



Atenciosamente,

Profa. Dra. Joana Maria Pedro

Presidente da Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil



Prof. Dr. Estevão Chaves de Rezende Martins

Secretário Geral da Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil

 
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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Fri, 18 Aug 2017 13:03:38 -0300
FÓRUM RIO – EM DEFESA DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E CULTURA, NA LUTA PELA DEMOCRACIA E JUSTIÇA SOCIAL http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4272-forum-rio-em-defesa-da-educacao-ciencia-tecnologia-e-cultura-na-luta-pela-democracia-e-justica-social http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4272-forum-rio-em-defesa-da-educacao-ciencia-tecnologia-e-cultura-na-luta-pela-democracia-e-justica-social Universidades públicas, institutos federais de educação, saúde e ciência e tecnologia, instituições de ciência e tecnologia localizados no Estado do Rio de Janeiro, irmanados com a sociedade civil democrática, reunidos, resolvem criar, na data de hoje, um Fórum de Instituições Públicas e da Sociedade Civil Democrática para defender o patrimônio científico, cultural e educacional brasileiro: Fórum Rio – Diálogos Críticos sobre a Crise.

O Fórum Rio tem por objetivo instituir um espaço e um instrumento coletivo, amplo, suprapartidário com o objetivo de:

a) refletir acerca dos desafios lançados à democracia e à justiça social em um contexto em que a sociedade política vive grave crise de legitimidade;

b) discutir as grandes questões nacionais, numa perspectiva prospectiva, delineando elementos que subsidiem um projeto nacional nascido do protagonismo democrático;

c) favorecer e promover ações conjuntas para afirmar o anseio de um país democrático e justo.

A motivação que nos une é impulsionada pela compreensão de que sem ciência, tecnologia, cultura, educação, os povos tornam-se reféns das circunstancias. Desafios como a proliferação de doenças como zika – microcefalia, febre amarela, a garantia de energia, a exemplo das pesquisas que possibilitaram a captação do pré-sal, a soberania alimentar, a saúde e a educação públicas, entre tantos outros, não poderiam ser enfrentados e solucionados sem a pesquisa e a formação científicas. Não há porvir democrático, generoso em termos sociais, em que o trabalho possa ser digno e criativo, sem o patrimônio científico laboriosamente construído pelas gerações precedentes.

Todo esse patrimônio está em risco. Não é exagero afirmar que todo esforço das gerações precedentes que construíram a ciência, a tecnologia, a cultura, pode ser perdido em virtude da desconstrução das universidades e institutos públicos. O orçamento das universidades federais e estaduais impede até mesmo o seu funcionamento mais básico. A vertiginosa redução do orçamento de ciência e tecnologia, atualmente reduzido a 25% do existente nos últimos anos, provoca desativação de laboratórios consolidados, desarticulação de equipes de pesquisa, abandono da carreira acadêmica por parte de jovens e acelerada "fuga de cérebros".

Por esta razão, o Fórum Rio, como resultado e instrumento de unidade e luta da comunidade científico-acadêmica e da sociedade civil democrática, junta-se aos demais movimentos em prol das seguintes reivindicações imediatas:

- garantia da integralidade do orçamento das universidades e institutos federais de 2017, com suplementação emergencial, e restabelecimento do orçamento equivalente, em valores constantes, ao de 2013, com a retomada dos investimentos em infraestrutura de ensino e pesquisa e repactuação do custo de energia das universidades e institutos de pesquisa;

- reinstitucionalização do Ministério de Ciência e Tecnologia, com a devida recomposição de seu orçamento recente, integralização das verbas do FNDCT, CNPq e FINEP. Acompanhamos com apreensão a possibilidade de suspensão do pagamento das bolsas do CNPq – PIBIC, mestrado e doutorado – a partir de setembro em virtude de suposta falta de recursos orçamentários.

- a imediata alocação de recursos para que as universidades estaduais do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, UENF e UEZO, possam voltar à normalidade, assim como cumprimento das obrigações legais da dotação dos recursos devidos à Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

Estamos conscientes que o ataque às universidades, à ciência, à tecnologia e à cultura é parte de uma ofensiva generalizada às conquistas democráticas e aos direitos sociais de nosso povo, à educação pública e ao seu caráter laico, à sobrevivência das populações camponesas, indígenas e quilombolas. Estamos chamados a agir para impedir o sucateamento do setor público e a entrega de nossas empresas públicas, de nossos recursos naturais e terras.

Neste contexto em que a comunidade científico-acadêmica e a sociedade civil democrática são chamadas a assumirem seu papel na luta pela democracia e justiça social, Com estes objetivos, convidamos todas as associações, entidades, sindicatos e organizações da sociedade civil a juntarem-se ao Fórum Rio.

Manifestamos nossa solidariedade e apoio a todos os que, das mais diversas formas, nas ruas ou nos seus locais de trabalho e estudo, travam as lutas de que dependerá a superação da crise atual. Será da convergência de nossa reflexão e luta, de nossa inteligência e combatividade que reconstruiremos os novos caminhos de uma sociedade igualitária e livre, anseios da imensa maioria do povo brasileiro.

Rio de Janeiro, 1 de agosto de 17.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 15 Aug 2017 19:13:21 -0300