Destaque http://site.anpuh.org Mon, 29 May 2017 00:57:44 -0300 Joomla! - Open Source Content Management pt-br ABAIXO ASSINADO - AS ESPECIFICIDADES DA ÉTICA EM PESQUISA NAS CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E SOCIAIS APLICADAS http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4165-abaixo-assinado-as-especificidades-da-etica-em-pesquisa-nas-ciencias-humanas-sociais-e-sociais-aplicadas http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4165-abaixo-assinado-as-especificidades-da-etica-em-pesquisa-nas-ciencias-humanas-sociais-e-sociais-aplicadas Encaminho, abaixo, link para o abaixo assinado destinado ao Conep e ao CNS sobre as especificidades da ética em pesquisa nas Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas:

https://www.change.org/p/conep-pesquisa-que-respeite-a-especificidade-das-ci%C3%AAncias-humanas-sociais-e-sociais-aplicadas?recruiter=720042605&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=share_petition

Contamos com a colaboração de todas e todos para a assinatura e divulgação do mesmo.

Atenciosamente,

Secretaria do FCHSSA]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Fri, 26 May 2017 20:06:18 -0300
MOBILIZAÇÃO EM APOIO À PROF.ª DRª. MARLENE DE FÁVERI http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4164-mobilizacao-em-apoio-a-prof-dr-marlene-de-faveri http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4164-mobilizacao-em-apoio-a-prof-dr-marlene-de-faveri
MOBILIZAÇÃO EM APOIO À PROF.ª DRª. MARLENE DE FÁVERI
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA - ANPUH
 
MANIFESTO CONTRA A LEI DA MORDAÇA; PELA LIBERDADE DE ENSINO; PELO DIREITO À ABORDAGEM DE GÊNERO
 
Deve ser compromisso daqueles que produzem conhecimento histórico e dos que o constroem e o debatem dentro e fora da sala de aula, lutar para que a liberdade de expressão jamais seja cerceada. A perspectiva crítica, que constitui a base fundamental do exercício historiográfico e da prática docente, não pode prescindir de espaços para a livre veiculação das ideias e para a experimentação do debate. Levando-se em consideração a criticidade como elemento fundamental da produção e do ensino de História, é necessário zelar para que a multiplicidade de grupos com diversas demandas sociais, que foram marginalizados ou silenciados em diferentes contextos, possam ser contemplados como parte constituinte e constitutiva da história. A abordagem de gênero, que ganhou notória adesão nas últimas décadas, contribui nesse esforço de considerar sujeitos tradicionalmente excluídos e temas por muito tempo evitados por razões de ordem moral ou política. O fortalecimento dessa perspectiva emerge como fruto de um grande esforço coletivo, que envolve profissionais do ensino mas também movimentos sociais. Ultimamente, entretanto, essa construção tem sido veementemente atacada por grupos que ameaçam controlar conteúdos e suas formas de tratamento, sobretudo quando relacionados à defesa pela ampliação de direitos desses mesmos sujeitos historicamente marginalizados. A perspectiva de gênero tornou-se alvo preferencial desses grupos, pois desestabiliza uma concepção de mundo e da história tida como fixa, linear, unidimensional, sem contradições e ambiguidades. Os mesmos que atacam a abordagem de gênero pretendem impor uma leitura que, embora sustentem como "neutra", é extremamente comprometida com tendências afins a um pensamento conservador, retrógrado e autoritário. O recente processo, movido por uma aluna que alega ter sido vítima de "doutrinação ideológica", contra a professora Marlene de Fáveri, historiadora, especialista na área de gênero e professora do Departamento de História da Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), pode ser entendido como mais um trágico degrau desse processo. Este é um fato que afeta o conjunto de professores de História do país, particularmente aquelas e aqueles que se dedicam à abordagem de gênero. Abre precedentes graves que sinalizam retrocessos no que diz respeito à liberdade de ensino e uso da reflexão crítica, tolhidas durante longos períodos de regimes de exceção e conquistadas a duras penas por docentes engajados com a democracia.

Para que a LIBERDADE DE ENSINO e o DIREITO À ABORDAGEM DE GÊNERO sejam garantidos, ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA - ANPUH manifesta-se calorosamente nesse dia nacional de mobilização (06/06/2017), contra a LEI DA MORDAÇA e EM APOIO À PROFA. MARLENE DE FÁVERI E A TODAS/OS AS/OS DEMAIS DOCENTES QUE SOFREM O MESMO TIPO DE PERSEGUIÇÃO.]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Fri, 26 May 2017 18:56:24 -0300
REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA - NOVA EDIÇÃO - VOL.37 N°.74 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4154-revista-brasileira-de-historia-nova-edicao-vol-37-n-74 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4154-revista-brasileira-de-historia-nova-edicao-vol-37-n-74 REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA - NOVA EDIÇÃO - VOL.37 N°.74

Acesse a revista integralmente aqui.

EDITORIAL

O livro Cidadania e Direitos do Trabalho, de Angela de Castro Gomes, começa pelo caso de uma operária que, grávida, compareceu à justiça do Trabalho em busca de seus direitos. Em réplica à sentença proferida, seu patrão atestou estar seguro de não ser "o pai da criança" e, por isso, ser livre para demiti-la (Gomes, 2002, p.8). Sua posição, além da prática do assédio, evidencia a recusa patronal diante do direito da classe trabalhadora a ter direitos perante seus empregadores.

A depender do Congresso brasileiro (e de certas manifestações públicas), essa mulher trabalhadora deve ser terceirizada, ganhar menos do que os homens (ou da média salarial da categoria, quando a carteira for assinada); não deve também permanecer muito tempo no emprego e não há de possuir quase direito algum; sendo o abuso, talvez, algo de que se possa ter a única certeza. Vagabundagem, malandragem e vadiagem serão os termos usados para nomeá-la. Uma filha sua, ou seu filho, em acréscimo, não deveria estudar História na escola. Em breve, se a infeliz ideia da cobrança das mensalidades for efetivada, a universidade pública no Brasil terá sido de massas apenas por um breve intervalo de tempo.

Armada de pesquisa e análise críticas, a Anpuh realizará o seu XXIX Simpósio Nacional de História - Contra os Preconceitos: História e democracia - em Brasília, de 24 a 28 de julho. Será um encontro oportuno para fortalecer nossa união no interior do campo democrático contra o golpe e a favor da justiça social.

Montado a partir da publicação avançada de artigos, este número veio a lume gradativamente. Ao ser fechado, seis artigos, uma entrevista e três resenhas compõem o Sumário. O primeiro artigo, de Alessandra El Far, "Bilhetes de namoro abertos ao público", aborda mensagens publicadas no Jornal do Commercio ao longo da década de 1870. Apesar da rígida moral, o namoro gradualmente ganhou amplitude e dinamizou práticas de sociabilidade.

Em seguida, ao se debruçar sobre uma série de fotografias de fazendas de café do vale do Paraíba, tiradas por Marc Ferrez nos anos 1880, Mariana Muaze analisa uma narrativa visual que valorizava os complexos cafeeiros como espaços "modernos" de produção e, ao mesmo tempo, desempenhava a função de aplacar as tensões do mundo violento do cativeiro, legando uma memória intencionalmente pacificada.

Em "A dança da política: trabalhadores, associativismo recreativo e eleições no Rio de janeiro da Primeira República", Leonardo Pereira investiga a fundação do Centro Político Independente dos Operários do distrito Federal. Com objetivos eleitorais, o grêmio pretendia fomentar candidaturas ligadas aos trabalhadores para as eleições que se aproximavam. Frente a uma produção historiográfica que aponta para o suposto distanciamento dos trabalhadores em relação à política, o autor observa formas e lógicas próprias que pautavam a luta por direitos.

O quarto artigo, de Fernanda Petrarca, intitulado "de Coronéis a Bacharéis", trata das elites médicas em Sergipe no século XIX. Considera-se, por um lado, a história política dos grupos familiares dos quais os médicos faziam parte e, por outro, sua relação com a economia e a política. As conclusões permitem apontar que as relações sociais de base familiar forneciam os meios de recrutamento da elite médica. Além disso, o título de médico representou uma estratégia decisiva na autopreservação das elites, reforçando posição dominante.

Por meio do romance policial, Fernando Pimentel nos brinda com uma instigante análise da obra do escritor siciliano Leonardo Sciascia. Seu artigo discorre sobre como a narrativa ficcional relaciona-se com a realidade social e política da Sicília, comprometida com o crime e leniente ou impotente diante dele. Em Sciascia, não é pelo crime que a Sicília pode sobreviver, argumenta Pimentel. Sua humilhação passada e presente só pode ser contrabalançada pela defesa da razão.

Por fim, jurandir Malerba traz reflexivo artigo, "Os historiadores e seus públicos: desafios ao conhecimento histórico na era digital", onde discute a quebra da autoridade do historiador acadêmico sobre a produção do conhecimento histórico, no contexto de difusão das mídias digitais. Partindo da consideração da historicidade dos sujeitos da produção e do consumo da história, passa aos desafios lançados pela difusão exponencial da história na internet, debatendo a função social do historiador acadêmico na contemporaneidade.

A entrevista de Giovanni Levi, além de destacar seu bom humor, é polêmica - com inteligência. Se os entrevistadores não se apequenaram diante do autor, este retrucou as perguntas chamando a atenção para as paixões cegas do facciosismo político e, ainda mais, para a incerteza dos sujeitos históricos. Contamos a história de trás para a frente, sabendo quem foi o autor do crime, munidos de uma teoria teleológica, já tendo também achado a arma utilizada. Levi contesta esse procedimento nosso. Temos certezas velhas e gastas que mantemos intactas independentemente do que acontece. Por fim, ele indaga: o que acontece quando uma revolução estoura aos ouvidos? Como nos recompomos após o abalo traumático?

Como entidade, a Anpuh e também a RBH se defrontam com o desafio de encontrar e delinear o caminho do meio: visualizar e concretizar uma atividade científica que alimente a pesquisa e, em paralelo, encontre ressonância em um público diferente do leitor especialista que está ao lado.

No seu segundo ano com periodicidade quadrimestral, a fim de ponderar a divisão entre artigos de dossiês e os recebidos pela demanda aberta (tendo em mente a meta de 25 artigos anuais), a pauta foi aprontada - exclusivamente - sobre colaborações independentes de chamadas temáticas. As traduções respondem a um terço dos artigos, observando critério da SciELO.

A RBH agradece a quem se envolveu com seu labor e engenho, voluntário, gratuito, ou não. Pablo Serrano e deivison Amaral concorreram positivamente como assistentes editoriais, com vezeiros entusiasmo e afinco. Armando Olivetti, Flavio Peralta, Eoin O'Neill e Roberta Accurso prestaram serviços profissionais de grande qualidade.

Gravam-se aqui penhorados agradecimentos ao Programa de Pós-Graduação em História, Cultura e Práticas Sociais da Universidade do Estado da Bahia (PPGHCPS-UNEB), e também ao CNPq.

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 23 May 2017 19:27:14 -0300
REVISTA HISTÓRIA HOJE PUBLICA NOVA EDIÇÃO - V. 6, N. 11 (2017) http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4145-revista-historia-hoje-publica-nova-edicao-v-6-n-11-2017 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4145-revista-historia-hoje-publica-nova-edicao-v-6-n-11-2017 REVISTA HISTÓRIA HOJE PUBLICA NOVA EDIÇÃO - V. 6, N. 11 (2017)
Caros leitores,

A revista Revista História Hoje acaba de publicar seu último número, disponível em https://rhhj.anpuh.org/RHHJ. Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse.

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho,

Profa. Dra. Cristiani Bereta da Silva - UDESC Editora

Revista História Hoje

v. 6, n. 11 (2017)

Sumário

https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/11

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Editorial (01-02)

Cristiani Bereta da Silva

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Apresentação do Dossiê Música e Ensino de História (03-06)

Olavo Pereira Soares, Miriam Hermeto

Dossiê

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Rasuras da História: samba, trabalho e Estado Novo no ensino de História

(07-30)

Adalberto Paranhos

Canção, ensino e aprendizagem histórica (31-56)

Luciano de Azambuja

Decantando a República: um encontro entre o historiador e o compositor popular (57-77)

Bruno Viveiros Martins

A música nas aulas de história: o debate teórico sobre as metodologias de ensino (78-99)

Olavo Pereira Soares

O canto de Clara: possibilidades de ensino-aprendizagem da história afro-brasileira (100-117)

Luciano Magela Roza

Relato de viagem: o livro Apologia da História e o uso de canções no ensino de disciplinas da Área de Teoria e Metodologia da História

(118-141)

Edmilson Alves Maia Junior

Entrevista

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Entrevista – Marcos Napolitano História e música popular: entre a historiografia contemporânea e as práticas de ensino na Educação Básica

(142-146)

Olavo Pereira Soares, Miriam Hermeto

Falando de História hoje

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História em quadrinhos e ensino de História (147-171)

Douglas mota xavier de Lima

Ensino de História: como a extensão universitária potencializa a formação profissional (172-190)

Érika Oliveira Amorim

Gênero e reconhecimento no funk carioca: perspectivas para o ensino na educação básica (191-215)

Carlos Eduardo Dias Souza, Gladysmeire Guimarães Silva

E-Storia

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História por Música: aplicações de um projeto de música popular e ensino de história (216-236)

Carlos Eduardo de Freitas Lima

História Hoje na sala de aula

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As três durações de Fernand Braudel no Ensino de História: proposta de atividade (237-254)

Ricardo Marques de Mello

Ditadura militar sob o olhar de composições musicais (255-271)

Flavia Jovelino Silva

Flipped classroom em História e Geografia de Portugal: contributos de um estudo numa turma do 5º ano (272-294)

Cláudia Rolo, Pedro Teixeira Pereira

Na trilha sonora da História: a canção brasileira como recurso didático-pedagógico na sala de aula (295-314)

Luís Guilherme Ritta Duque

Resenhas

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Nobres vagabundos: a malandragem entre a adesão e a resistência ao trabalhismo durante o Estado Novo (315-319)

Bruno Vinícius Leite de Morais

Textos e contextos do ensino de História (320-324)

Mauro Cezar Coelho

Artigos

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Teoria, metodologia e história ensinada: miradas a partir do Pibid

(325-348)

Carmem Zeli de Vargas Gil, Caroline Pacievitch, Mara Cristina de Matos

Rodrigues

A escrita didática da História na década de 1980: um ponto de reflexão para as intensas disputas públicas pelos sentidos da História ensinada no Brasil contemporâneo (349-368)

Jean Carlos Moreno

Prefácios, direções, advertências: orientações ao professor nos livros didáticos (1880-1930) (369-394)

Fabio Ribeiro


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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 17 May 2017 19:34:47 -0300
FÓRUM NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM ARQUIVOLOGIA - A SITUAÇÃO DO ARQUIVO NACIONAL http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4120-forum-nacional-de-ensino-e-pesquisa-em-arquivologia-a-situacao-do-arquivo-nacional http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4120-forum-nacional-de-ensino-e-pesquisa-em-arquivologia-a-situacao-do-arquivo-nacional Desde janeiro de 2016, o Arquivo Nacional já passou por três gestões, entre um diretor nomeado e exonerado duas vezes e um interino. Nenhum desses gestores apresentavam os requisitos básicos, em termos de conhecimento e experiência em Arquivologia, para exercerem um cargo de tamanha responsabilidade.

Essa instabilidade gerencial, por si só, sinaliza a fragilidade institucional de uma instituição fundamental para o Brasil.

O Arquivo Nacional é a instituição arquivística mais importante do país. É responsável pela conservação e acesso a um acervo de 55 quilômetros de documentos textuais, além de milhares de documentos audiovisuais. Paralelamente, tem a obrigação legal de atuar na gestão dos documentos de todo o Poder Executivo Federal. Na sua estrutura, funciona o Conselho Nacional de Arquivos, incumbido da política nacional de Arquivos e órgão central do Sistema Nacional de Arquivos.

Evidentemente, os problemas do Arquivo Nacional não começam em 2016. Criado em 1838, o Arquivo Nacional, ao contrário do que ocorre em muitos países, sempre esteve na periferia do Estado. Desde os anos de 1980, a instituição tem buscado avanços que se não reverteram sua histórica debilidade institucional, possibilitaram ampliar sua vocação e importância. Apesar de suas dificuldades, o Arquivo Nacional ganhou espaço como território do Estado a serviço da sociedade, da democratização da informação governamental e do exercício do direito do cidadão à informação, à memória e à cultura.

Ao ser vinculado à Casa Civil da Presidência da República, em 2000, deixando o Ministério da Justiça, o Arquivo Nacional adquiriu melhores condições - especialmente políticas e orçamentárias. A volta do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça em 2011 foi um retrocesso político, gerencial e científico.

Uma instituição dessa importância deveria ser tratada como órgão de Estado e não como mera moeda de troca política em detrimento da qualidade da gestão pública. Não por acaso, na Conferência Nacional de Arquivos, promovida pelo Ministério de Justiça em dezembro de 2011, aprovou-se uma moção voltada para o processo de escolha do cargo de diretor-geral do Arquivo Nacional: "mandato com tempo definido; limite de uma recondução ao cargo; chamada pública de interessados a ocupantes do cargo; eleição interna no sistema de lista tríplice; e criação de colegiado interno de natureza consultiva e deliberativa, com participação de representantes de servidores".

Esse processo de escolha foi ignorado pelo Ministério da Justiça. Porém, algo mais grave e básico vem sendo negligenciado: a Direção-Geral do Arquivo Nacional deve ser exercida por pessoa com experiência na gestão pública, alta qualificação acadêmica e conhecimento da Arquivologia e do papel dos arquivos no mundo contemporâneo.

O Fórum Nacional de Ensino e Pesquisa em Arquivologia, que reúne professores de todos os cursos de Arquivologia do Brasil e pesquisadores de diversas instituições científicas, expressa sua expectativa de que os problemas do Arquivo Nacional não sejam ainda mais acirrados com escolhas inadequadas para a Direção-Geral da instituição.

Solicitamos que o Ministério da Justiça, tal como ocorre em outros órgãos federais, institua Comitê de Busca, composto por membros altamente qualificados em Arquivologia, para subsidiar o Ministro de Estado da Justiça na escolha do/a Diretor/a-Geral do Arquivo Nacional.

Num momento de crise como o que passa o país, essa alternativa, juntamente com a realização da II Conferência Nacional de Arquivos, certamente contribuirá para o Arquivo Nacional avançar nas suas funções, imprescindíveis para o Estado e a sociedade brasileira.

Fórum Nacional de Ensino e Pesquisa em Arquivologia]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 09 May 2017 15:17:29 -0300
ATA DA ASSEMBLEIA ELEITORAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA - DIRETORIA BIÊNIO 2017-2019 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4104-ata-da-assembleia-eleitoral-da-associacao-nacional-de-historia-diretoria-bienio-2017-2019 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4104-ata-da-assembleia-eleitoral-da-associacao-nacional-de-historia-diretoria-bienio-2017-2019 Aos 18 de abril de 2017, às 23 horas e 59 minutos, os membros da Comissão Eleitoral, Sr. Agostinho Júnior Holanda Coe (ANPUH-PI), Sra. Ana Maria de Almeida Camargo (ANPUH-SP), Sr. Júlio Cláudio da Silva (ANPUH-AM) e Sra. Veronica Aparecida Silveira Aguiar (ANPUH-RO), nos termos do Regimento das Eleições, declararam encerrada a votação eletrônica para a eleição da diretoria da ANPUH-Brasil, biênio 2017-2019, determinando a lavratura da presente ata. Os resultados foram os seguintes:

1- A Chapa única inscrita para ocupar os cargos da diretoria da Associação, biênio 2017-2019, obteve 397 votos, correspondendo a 95% dos 417 votos totais, havendo 6 votos (1%) em branco e 14 votos (3%) nulos. A nova diretoria ficou assim composta: Presidente - Joana Maria Pedro (UFSC); Vice-Presidente - Márcio Ananias Ferreira Vilela (UFPE); Secretário-geral - Estevão Martins (UnB); 1o Secretário - Francivaldo Alves Nunes (UFPA); 2a Secretária - Lana Lage de Lima Gama (UFF); 1o Tesoureiro - Samuel Carvalheira de Maupeou (UEC); 2a Tesoureira - Claudia Viscardi (UFJF).

2- A Chapa única inscrita para ocupar os cargos de Editor e Conselho Editorial da Revista Brasileira de História, biênio 2017-2019, obteve 367 votos, correspondendo a 94% dos 392 votos totais, havendo 8 votos (2%) em branco e 17 votos (4%) nulos. O novo corpo editorial deste periódico ficou assim composto: Editor - Bruno Guilherme Feitler (UNIFESP); Conselho Editorial - Aldrin Castellucci (UNEB), Alexandre Avelar (UFU-MG), Altemar Muniz (UECE), Cândido Moreira Rodrigues (UFMT), Deivison Amaral (CPDOC-FG), Leandro Gonçalves (PUCRS), Antonio Luigi Negro (UFBA), Maria Beatriz Nader (UFES), Michelle Reis de Macedo (UFAL), Noé Sandes (UFGO), Paulo Antonino Nunes (UFPB), Rebeca Gontijo (UFRRJ), Robson Laverdi (UEPG-PR), Sidney Lobato (UNIFAP) e Yllan De Mattos Oliveira (UNESP-Franca).

3- A Chapa única inscrita para ocupar os cargos de Editor e Conselho Editorial da revista História Hoje, biênio 2017-2019, obteve 350 votos, correspondendo a 95% dos 370 votos totais, havendo 8 votos (2%) em branco e 12 votos (3%) nulos. O novo corpo editorial deste periódico ficou assim composto: Editor - Paulo Eduardo Dias de Mello (UEPG); Conselho Editorial - Alexandre Pianelli Godoy (UNIFESP), Ana Maria Monteiro (UFRJ), Caroline Pacievitch (UFRGS), Circe Maria Fernandes Bittencourt (PUC/SP), Cristiani Bereta da Silva (UDESC), Francisco Egberto Melo (URCA), Fernando Perli (UFGD), Jean Carlos Moreno (UENP), Marcelo Fronza (UFMT), Mônica Martins Silva (UFSC), Norma Lúcia Silva (UFT), Rafael Saddi Teixeira (UFG), Raimundo Nonato Araújo da Rocha (UFRN), Ronaldo Cardoso Alves (UNESP-Assis) e Sonia Regina Miranda (UFJF).

Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos membros da Comissão, que a encaminharão para homologação na Assembleia Geral da ANPUH, a realizar-se em Brasília, durante o XXIX Simpósio Nacional de História, em 27 de julho de 2017, oportunidade em que os diretores, editores e conselhos editoriais eleitos tomarão posse.

São Paulo, 19 de abril de 2017.

Agostinho Júnior Holanda Coe (ANPUH-PI)
Ana Maria de Almeida Camargo (ANPUH-SP)
Júlio Cláudio da Silva (ANPUH-AM)
Veronica Aparecida Silveira Aguiar (ANPUH-RO)]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 19 Apr 2017 15:19:08 -0300
ELEIÇÕES ANPUH - BIÊNIO 2015-2017 - PRORROGADAS ATÉ O DIA 18/04 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4095-eleicoes-anpuh-bienio-2015-2017-prorrogadas-para-o-dia-18-04 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4095-eleicoes-anpuh-bienio-2015-2017-prorrogadas-para-o-dia-18-04 Caros associados, com a intenção de ampliar a divulgação de nosso processo eleitoral e aumentar a participação de todos vocês , prorrogamos a data final para votação das chapas que concorrem às eleições da ANPUH-Brasil (biênio 2017-2019), até o dia 18/04/2017.

As eleições estão abertas a todos os sócios quites com as suas obrigações.

O acesso à votação deve ser feito na área do associado no site da ANPUH ou no site de sua respectiva Seção Estadual.

Ressaltamos a importância de que todos participem do processo eleitoral, que é um momento fundamental de continuidade e renovação da nossa entidade.

A Comissão Eleitoral,

Agostinho Júnior Holanda Coe (ANPUH-PI)

Ana Maria de Almeida Camargo (ANPUH-SP)

Júlio Cláudio da Silva (ANPUH-AM)

Veronica Aguiar (ANPUH-RO)]]>
secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 11 Apr 2017 12:19:24 -0300
A COMISSÃO ELEITORAL DA ANPUH-BRASIL DIVULGA A CHAPA INSCRITA PARA AS ELEIÇÕES - BIÊNIO 2017-2019 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4075-a-comissao-eleitoral-da-anpuh-divulga-a-chapa-inscrita-para-as-eleicoes-bienio-2017-2019 http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4075-a-comissao-eleitoral-da-anpuh-divulga-a-chapa-inscrita-para-as-eleicoes-bienio-2017-2019

A Comissão Eleitoral tem a satisfação de informar que foi inscrita uma chapa para as eleições da Diretoria da ANPUH-Brasil (biênio 2017-2019), uma chapa para a Revista Brasileira de História (biênio 2017-2019) e uma chapa para a Revista História Hoje (biênio 2017-2019).

Segue, abaixo, a lista dos membros de cada chapa e suas respectivas cartas programa.

As eleições começam no dia 06 de abril e terminam no dia 14 de abril de 2017, e estão abertas a todos os sócios quites com as suas obrigações.

O acesso à votação deve ser feito na área do associado no site da ANPUH ou no site de sua respectiva Seção Estadual.

Ressaltamos a importância de que todos participem do processo eleitoral, que é um momento fundamental de continuidade e renovação da nossa entidade.

A Comissão Eleitoral

Agostinho Júnior Holanda Coe (ANPUH-PI)
Ana Maria de Almeida Camargo (ANPUH-SP)
Júlio Cláudio da Silva (ANPUH-AM)
Veronica Aguiar (ANPUH-RO)
DIRETORIA

Presidente: Joana Maria Pedro (UFSC)

Vice-Presidente: Márcio Ananias Ferreira Vilela (UFPE)

Secretaria Geral: Estevão Martins (UnB)

1ª Secretaria: Francivaldo Alves Nunes (UFPA)

2ª Secretaria: Lana Lage de Lima Gama (UFF)

1ª Tesouraria: Samuel Carvalheira de Maupeou (UEC)

2ª Tesouraria: Claudia Viscardi (UFJF)
 
 
CARTA PROGRAMA
 
Colegas,

A chapa que apresentamos para a gestão da ANPUH 2017-2019 pretende continuar o trabalho que, desde 1961, vem sendo feito por gerações de historiadores e historiadoras, que transformaram esta associação científica numa das maiores do campo das humanidades no Brasil. Assim, estamos nos propondo, ao representá-la, preservar a qualidade que alcançou e atuar no campo político-científico, destacando a importância da pesquisa e do ensino da História.

A chapa que apresentamos é formada por pessoas das mais diversas regiões do país, por diferentes gerações e abordagens teórico-metodológicas.

Apresentamos abaixo as propostas para o biênio 2017-2019:

Atuar de forma ágil em todas as instâncias, visando ao fortalecimento da pesquisa e do ensino de história, buscando impedir qualquer ato que implique em perda de espaço de atuação, desqualificação da profissão e ameaça à autonomia no ensino e na pesquisa.

Participar dos debates públicos sobre questões da vida nacional e posicionar-se firmemente diante de situações que impactam a sociedade.

Estimular e incorporar as demandas relacionadas à pesquisa e ao ensino de História em suas constantes transformações.

Garantir a manutenção e promover o aperfeiçoamento da atuação dos GTs, visando ao aprofundamento da discussão das temáticas específicas e novas tendências historiográficas dentro da ANPUH.

Além de manter o simpósio nacional, estimular a realização dos simpósios regionais, garantindo assim a troca de experiências de pesquisa e ensino e o fortalecimento das ações necessárias diante de situações que ameacem a democracia.

Manter intercâmbio constante entre a Associação Nacional e as Seções Estaduais, visando ao fortalecimento para o alcance de objetivos comuns, promovendo reuniões periódicas presenciais e, também, utilizando sistemas de interação de áudio e vídeo em tempo real.

Garantir a comunicação entre a diretoria e os associados.

Atuar nas redes sociais, reforçando-as como um lugar de debate democrático, engajamento e informação.

Garantir junto às agências de fomento o financiamento das pesquisas; para tanto buscaremos alianças com outras áreas das humanidades, reforçando a demanda, demonstrando a importância e impedindo as tentativas de redução dos recursos.

Apoiar o Fórum de Pós-Graduação como espaço de busca da melhoria da qualidade dos programas e de atuação junto aos órgãos de financiamento para a pesquisa e a pós-graduação.

Apoiar o desenvolvimento do Fórum Nacional de Graduação.

Dar continuidade à política de preservação das fontes e patrimônios históricos, atuando de forma incisiva diante de qualquer denúncia de desprezo pelas fontes, sejam elas relativas ao setor público ou ao privado.

A Revista Brasileira de História terá todo apoio para manter e melhorar o patamar de qualidade que alcançou, tornando-se cada vez mais referência nacional e internacional.

A Revista História Hoje será estimulada a alcançar os parâmetros necessários para se tornar um periódico de alta qualidade, reconhecido na área do ensino de história e capaz de contribuir para a melhoria da educação no país.

Disponibilizar, na página da ANPUH, instrumentos para identificação de plágio e criar grupo de discussão para propor formas de encaminhar a questão.

Buscar, junto ao setor público e as mídias em geral, que a profissão de historiador seja devidamente respeitada e regulamentada.

Com estas propostas, pretendemos obter seu apoio e expressar que estamos abertos para a incorporação de outras demandas que interessem à comunidade de historiadores e historiadoras.

Com nossos cordiais cumprimentos,

Joana Maria Pedro
(Presidente da Chapa)


REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA


Editor: Bruno Guilherme Feitler (UNIFESP)


Conselho Editorial:

1. Aldrin Castellucci (UNEB)

2. Alexandre Avelar (UFU-MG)

3. Altemar Muniz (UECE)

4. Cândido Moreira Rodrigues (UFMT)

5. Deivison Amaral (CPDOC-FG)

6. Leandro Gonçalves (PUCRS)

7. Antonio Luigi Negro (UFBA)

8. Maria Beatriz Nader (UFES)

9. Michelle Reis de Macedo (UFAL)

10. Noé Sandes (UFGO)

11. Paulo Antonino Nunes (UFPB)

12. Rebeca Gontijo (UFRRJ)

13. Robson Laverdi (UEPG-PR)

14. Sidney Lobato (UNIFAP)

15. Yllan De Mattos Oliveira (UNESP-Franca)
 
 
CARTA PROGRAMA
 
Revista Brasileira de História (2017-2019)

Nosso compromisso com a Revista Brasileira de História, periódico da maior importância no cenário acadêmico brasileiro, será no sentido de mantê-la no patamar de qualidade que a distingue como uma das principais revistas na área de História e aprimorá-la, na medida do possível.

Cabe salientar que a RBH se constitui como instrumento de avaliação da qualidade da pesquisa histórica produzida no país e também como indicação dos rumos historiografia brasileira.

Ela é tida como referência no que diz respeito aos parâmetros internacionais de produção na área.

A partir do momento em que passou a ser traduzida para o inglês, a revista garantiu sua inserção na base Thompson. A revista, hoje, é indexada no ISI Web of Knowledge, Redalyc, Scopus e DOAJ e nos esforçaremos para ampliar seus indexadores.

Com o intuito, não só de garantir a manutenção da revista no patamar de excelência que já se encontra, nos propomos a colaborar para seu aprimoramento nos seguintes aspectos:

1. Promover uma plataforma interativa a partir das redes sociais de forma a permitir que estudantes e professores da rede do ensino básico tenham mais facilidade de acesso à produção historiográfica

2. Ampliar a política de internacionalização da revista, participando de reuniões internacionais de editores de acesso aberto.

3. Criar um espaço de diálogo permanente entre os editores de revistas científicas com o objetivo de possibilitar a discussão de problemas comuns, dentre outros, critérios de avaliação, de indexação, de divulgação.
 
Atenciosamente,
 
Bruno Guilherme Feitler
(Candidato a Editor da RBH)


REVISTA HISTÓRIA HOJE


Editor: Paulo Eduardo Dias de Mello (UEPG)
 
Conselho Editorial:
 
1. Alexandre Pianelli Godoy (UNIFESP)

2. Ana Maria Monteiro (UFRJ)

3. Caroline Pacievitch (UFRGS)

4. Circe Maria Fernandes Bittencourt (PUC/SP)

5. Cristiani Bereta da Silva (UDESC)

6. Francisco Egberto Melo (URCA)

7. Fernando Perli (UFGD)

8. Jean Carlos Moreno (UENP)

9. Marcelo Fronza (UFMT)

10. Mônica Martins Silva (UFSC)

11. Norma Lúcia Silva (UFT)

12. Rafael Saddi Teixeira (UFG)

13. Raimundo Nonato Araújo da Rocha (UFRN)

14. Ronaldo Cardoso Alves (UNESP-Assis)

15. Sonia Regina Miranda (UFJF)
 
CARTA PROGRAMA
 

Revista História Hoje – RHHJ: nossa visão, nosso compromisso

A Revista História Hoje – RHHJ, nasceu com o propósito precípuo de ser uma publicação dedicada a "divulgar resultados de pesquisa, reflexões, projetos e experiências voltados para temas que privilegiem a articulação entre História, Ensino de História e Formação Docente" Além disso, ela encarnou desde o início o desígnio de se constituir em espaço institucional de debate sobre os diferentes lugares de atuação dos profissionais da área, especialmente nos âmbitos das escolas de Educação Básica e dos cursos superiores.

Criada em 2003, a RHH, em 2011, passou por um processo de revitalização. Nesse processo a temática "História e Ensino" foi tomada como eixo central de sua linha editorial, foi revista sua periodicidade, e foram criadas novas seções tais como – "História Hoje na Sala de Aula", "E-Storia" e "Falando de História Hoje". Desde então, seus editores e conselheiros investiram na publicação de Dossiês Temáticos, que tocaram em temas e questões candentes da Educação e do Ensino de História: Ensino de História da África e da Cultura afro-brasileira; História Indígena; o Lugar da formação dos professores de História; Práticas de memória, patrimônio e ensino de História; dentre outras temáticas relevantes para nosso tempo.

Como resultado desse intenso trabalho dos editores e o empenho coletivo dos vários colaboradores a revista alcançou hoje o grau de Qualis B2 em História. Sobretudo, a RHHJ atingiu adquiriu status de institucionalidade na ANPUH/Brasil, tornando-se uma referência para a área de Ensino de História, contribuindo fortemente para a consolidação do campo de pesquisa em Ensino de História no país.

Diante dessa trajetória exitosa assumimos o compromisso com a RHHJ de mantê-la e envidar esforços permanentes para alçar novos patamares de qualidade, de forma a contribuir com o processo em andamento para manter e consolidá-la como uma das principais revistas na área de História e Ensino. Sabemos que isto implica em garantir a continuidade e ampliar os esforços técnicos já desenvolvidos e assegurar critérios acadêmicos de qualidade.

Por fim, enfatizamos a RHHJ como espaço de convergência, como arena pública de debates, entre as diferentes vertentes que hoje atuam na pesquisa em Ensino de História, e em História e Educação. Sua vocação democrática abriga a diversidade de perspectivas e abordagens, pensa e discute questões e temas fundamentais para área de Ensino. Além disso, ela se constitui como referência no debate das urgentes questões que afetam a agenda da educação nacional, e nela o lugar reservado ao Ensino de História. Nesse sentido a RHHJ poderá contribuir significativamente para a promoção qualificada da pesquisa e da reflexão acerca dos rumos do Ensino de História diante das várias mudanças que se articulam para subtrair sua importância do ensino de História da Educação Básica na atualidade.

Eis nossa visão e nosso compromisso.

Atenciosamente,

Paulo Mello
(Candidato a Editor da RHH)

 
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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Tue, 04 Apr 2017 19:07:58 -0300
INCONSTITUCIONALIDADE DO PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4074-inconstitucionalidade-do-projeto-escola-sem-partido http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4074-inconstitucionalidade-do-projeto-escola-sem-partido

Ações diretas de inconstitucionalidade 5.537/AL e 5.580/AL

Relator: Ministro Roberto Barroso

Requerentes: Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)

Interessados: Governador do Estado de Alagoas e Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas

Acessem o documento na íntegra aqui.

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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Mon, 03 Apr 2017 16:58:56 -0300
ENTENDA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4055-entenda-a-reforma-da-previdencia http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/noticias2/noticias-destaque/item/4055-entenda-a-reforma-da-previdencia ENTENDA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Prezados colegas e associados, a direção da ANPUH-Brasil e as regionais solicitam a todos que divulguem este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PTNOqHza86E (youtube) https://www.facebook.com/mtstbrasil/videos/1369868789718115/ (Facebook). Precisamos somar esforços para assegurar nossos direitos, duramente conquistados.
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secretaria@anpuh.org (ANPUH NACIONAL) Destaque Wed, 22 Mar 2017 17:31:36 -0300